O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou nesta 4ª feira (23.set.2026) a promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de incluir canetas emagrecedoras no SUS (Sistema Único de Saúde). A declaração foi dada em transmissão ao vivo no YouTube. Participavam do evento o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e a candidata a deputada estadual Regina Nunes (MDB).

Nunes criticava a gestão petista e disse que o presidente promete o que não cumprirá. “Lula está prometendo até a tal da caneta. O governo federal tem massacrado a gente na ponta, prometendo coisas que não vai cumprir neste período eleitoral“, declarou o prefeito. Na sequência, Flávio disse: “Não vou ficar prometendo picanha. Está faltando aspirina.

Não é possível que vão ficar de novo acreditando na mentira dele“. O senador afirmou que, em um eventual governo, não faltarão remédios básicos como dipirona em Unidades Básicas de Saúde. “E ele prometendo o impossível. O pior é alguns cidadãos acreditando que vai chegar até caneta emagrecedora, que custa R$ 3.000 em média e exige aplicação mensal. Não entregou a picanha e vai entregar caneta?

Não vai. Não vou ficar prometendo picanha. Meus compromissos vão ser concretos”, disse. CANETAS NO SUS Lula anunciou, em 17 de setembro, a distribuição de medicamentos emagrecedores pelo SUS.

Em seu perfil nas redes sociais, o petista declarou que o produto assegura “mais acesso ao tratamento da obesidade e mais qualidade de vida para a população”. “Essa canetinha vai ser utilizada para cuidar de graça das pessoas que tenham obesidade. Quando o médico detectar que um homem ou uma mulher tem problema de se curar”, afirmou o presidente em evento no mesmo dia do anúncio.

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