O político Flávio Bolsonaro, identificado como candidato derrotado à Presidência, cruzou a fronteira para a Argentina acompanhado por três familiares na noite de uma terça-feira, especificamente em 27 de outubro de 2026. A travessia ocorreu pela Ponte Internacional Tancredo Neves, situada na província de Misiones, conforme informações divulgadas pela Direção Nacional de Migrações da Argentina.
Após ingressarem no território argentino, o grupo seguiu viagem a bordo de um jato particular modelo Gulfstream G400, ostentando a matrícula LV-JQW e operado pela empresa Baires Fly, de acordo com dados obtidos por meio do monitoramento aéreo do site FlightAware. Autoridades de migração argentinas informaram posteriormente que o senador cruzou a fronteira para embarcar em uma aeronave com destino ao Equador.
A aeronave utilizada no deslocamento possui capacidade para transportar até treze passageiros, além de contar com dois pilotos e demais membros da tripulação. O interior do transporte executivo dispõe de poltronas amplas e estofadas que possuem a funcionalidade de serem convertidas em camas, com capacidade para acomodar até seis pessoas para descanso durante o trajeto.
Em relação às comodidades oferecidas a bordo, o jato inclui serviços como refeições com padrão gourmet, lanches variados, bebidas diversas, refrigerantes e um sistema de open bar. Os passageiros também têm acesso a gavetas de gelo, banheiro localizado na parte traseira equipado com sistema a vácuo e tomadas de cento e dez volts.
Para entretenimento e conforto dos ocupantes, a operação disponibiliza equipamentos do tipo iPad, publicações impressas especializadas, cobertores e travesseiros fabricados em puro algodão. O plano de voo indicava a previsão de chegada da aeronave aos Estados Unidos às dez horas e dezoito minutos da manhã seguinte.
Paralelamente à repercussão da viagem internacional, o Supremo Tribunal Federal esclareceu oficialmente que não há registro de nenhuma operação executada pela Polícia Federal contra Flávio Bolsonaro no mesmo período.
Origem da informação: Poder360 — veja a fonte original.


